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quarta-feira , maio 24 2017
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Carboidrato: Mocinho ou vilão?

Carboidratos 

Por: Michelle Tsukada – Nutricionista CRN8 8153

Antes de decidirmos se o carboidrato é o vilão ou o mocinho da história, vamos entender um pouco melhor o que é o carboidrato. Os carboidratos são moléculas formadas por carbono, hidrogênio e oxigênio. Ele se divide em açúcares (monossacarídios e dissacarídios), oligossacarídos e políssacarídios.

Os monossacarídios, glicose, frutose e galactose são absorvidos mais facilmente pelo nosso organismo, e os mais abundantes da nossa dieta e nossa cultura. Seu consumo está relacionado ao fornecimento de energia para funções vitais do corpo e para a execução de atividade física, através da glicose sanguínea e do glicogênio muscular. Ainda vale ressaltar que a glicose é a única fonte de energia para o nosso cérebro.

Mas então? O carboidrato é bom ou ruim?

Quando falamos de desempenho físico de atletas ou esportistas, onde temos atividades que dependem de ATP (trifosfato de adenosina) para gerar energia, e isso acontece com a captação da glicose sanguínea e do glicogênio muscular, adquiridos a partir da ingestão de carboidratos, compreendemos que esse nutriente é de fundamental importância para a performance do atleta. Tanto para a produção de energia, força, recuperação do treino realizado quanto para a modulação do sistema imunológico.

Mas e quando queremos perder peso? O ideal é zerar o carboidrato?

Quando o objetivo é perda de peso devemos estruturar a dieta para que a ingestão carboidratos seja de acordo com o nosso gasto energético do dia, podemos trabalhar com uma dieta de até 40% de ingestão total de alimentos seja de carboidrato. Mas além de controlar a quantidade do carboidrato é fundamental verificar a qualidade do mesmo. Devemos optar por carboidratos de baixo índice glicêmico (velocidade que o carboidrato vai para nossa corrente sanguínea), pois esses secretam a insulina lentamente no nosso organismo. A insulina é o hormônio liberado pelo nosso pâncreas, e quando é muito estimulada, inibe a queima de gordura.

Deve-se sempre levar em conta a individualidade bioquímica de cada pessoa, cada individuo responde de uma forma diferenciada ao metabolismo dos macronutrientes. Por isso é fundamental o acompanhamento de um profissional nutricionista para fazer os ajustes necessários de cada pessoa, com uma estratégia especifica para seu objetivo e também para o momento de evolução que esse indivíduo se encontra.

 

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